9 de janeiro de 2011

Rescaldo de uma noite de tempestade

O Sporting ganhou ao Braga. Estou satisfeito, não o nego, prefiro assim e até me dá jeito para o e-golo. Mas vejamos:

Decorridos 10 m de jogo, e ainda o Sporting não tinha passado o meio-campo. Postiga saiu lesionado o que bem pode ter sido uma bênção, já que entrou Salomão e Valdés passou a jogar na posição onde melhor joga. Dito e feito, a equipa ataca pela primeira vez e marca, com uma habilidade do miúdo Salomão. Passados 2 minutos marca novamente, por Valdés, e a coisa parecia preparar-se para uma noite louca quando Liedson isolado é travado por...Paixão. Foi o período da "perfect storm"! Pouco depois, ainda estavam os adeptos a tentar perceber se aquilo era o Sporting que ali andava e chegava a confirmação, falha monumental da defesa e golo do Braga. Era o Sporting. Este golo e os baldes de água fria que S. Pedro despejou em Alvalade durante quase toda a partida serviram então para voltarmos todos à realidade. A partir daí, o Sporting fez-se demasiado sério, carrancudo, não soube matar o jogo e limitou-se a sofrer, a ver Polga a disparar bolas para a frente (quando é que isto acaba?), a ver passes transviados em situações ofensivas e a ver a incapacidade do Braga em chegar ao golo que lhe daria o empate. A 2.ª parte foi muito fraca e o Sporting não conseguiu esconder as fragilidades que o assolam. Não dá para ter ilusões, meus caros, mas deu para os 3 pontinhos.

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