
Clint Eastwood continua consistente, dando-nos um Mandela credível desempenhado por Morgan Freeman (boa oportunidade para um Óscar de carreira?) e deixando-nos a todos a torcer pela Selecção de râguebi da África do Sul no Campeonato do Mundo de 1995, realizado no memo país. Os springbocks funcionaram então, como agregador nacional e racial num país a recuperar das chagas do Apartheid. Curiosamente e com as devidas distâncias, lembrei-me do nosso Europeu de futebol. E se me permitem um aparte ainda mais off-topic, se eu mandasse no Sporting, levava o Presidente e todo o plantel a ver o filme.
"...I am the master of my fate:
I am the captain of my soul."

Já Woody Allen retoma a boa forma e a cidade que nunca dorme com um amargurado, descrente e hipocondríaco ex-fisico quântico, interpretado por Larry David, que fala connosco (público que assiste ao filme), perante a incredulidade mas resignação das outras personagens. Este Boris Yelnikoff, acaba por funcionar como alter-ego do realizador, que se confessa sem energia para as suas habituais aparições. O filme funciona muito bem e tem graça.
Nota: Por causa do 1.º filme, hoje vou recuperar o dvd de Paul Simon "Graceland", em concerto no Zimbabwe. Tambem aqui, se personifica o espirito unificador de culturas e raças de uma maneira sublime. Eu e o meu irmão mais novo sempre o adorámos, verdade mano?
A propósito do Graceland, ouve lá isto (saíu hoje):
ResponderEliminarhttp://rapidshare.de/files/49153119/02_Peter_Gabriel_-_The_Boy_In_The_Bubble__Scratch_My_Back_.mp3.html
NL
Epa, é já, thanks
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