15 de fevereiro de 2010

São Valentim, porque sim.

Eu não sei bem quem é o São Valentim e muito menos quem é o espertalhão que resolveu fazer de um santo, um óptimo pretexto para mais um dia consumista (vão à Wikipédia se quiserem). A ideia tem pouco de original mas o pequeno, médio ou grande comércio agradecem, claro. Nunca fui à bola com esta proliferação dos dias de coisa e tal mas tenho vivido com isso e pronto. Ainda assim e quer se goste ou não da efeméride (e não tem que ver com romantismo ou falta dele, meninas), lá somos relembrados do facto de, circunstancialmente, termos ou não uma cara-metade nessa data. Passei alguns anos sem ninguem e outros com alguem (os últimos 9 com a minha namorada, a única verdadeiramente a sério) e prefiro mil vezes assim. Lá está, mais vale rico e com saude, do que pobre e doente. Haja amor, caramba!

Nota: Belo jantarinho nos Orixás, em Sintra. É romântico q.b., não acham?

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