19 de maio de 2012

Nothing really ends...

Ouço os elogios sobre o belga Gotye elevando-o a uma espécie de próximo Sting e dá-me vontade de rir. Não é por mal, a canção que conquista os tops é muito boa, sem dúvida, mas dei-me ao trabalho de ouvir o álbum todo e qualquer semelhança é pura coincidência. O álbum parece-me bastante normal para tanta emoção e acentua, feliz ou infelizmente, a facilidade com que se pode criar um fenómeno nos dias de hoje a partir de uma canção, de um video ou de uma imagem. Toda a sorte do mundo para o Gotye, até porque já ouvi o "Somebody that i used to know" umas dezenas de vezes, mas para já prefiro a companhia segura dos seus conterrâneos dEUS:


4 comentários:

  1. O gajo é realmente grande fã do Sting, foi por aí que cheguei lá. Só por isso já merece o meu respeito :-) Mas será sempre um one hit wonder, parece-me. O álbum é fraco, sem dúvida. Novo Sting? Isso é como o novo Eusébio, infelizmente nunca existirá outro parecido. É uma pena porque o original já tem 60 anos...

    Já agora vê isto, talento puro. Mais de 100 M de views...

    http://www.youtube.com/watch?v=d9NF2edxy-M

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  2. E já que se fala de belgas, K's Choice. País de merda mas que já deu umas coisas à música!

    http://www.youtube.com/watch?v=0Gaw1FboW44

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  3. Ó meus amigos,

    Ouçam mas é Kasabian. Não se comparam a Sting, de certeza absoluta.

    Abraço
    A

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  4. A facilidade com que nascem as "estrelas" é muito enganadora. Se algumas aparecem aparentemente sem mérito para tal, existem milhões de outras que merecem e não chegam a ver a luz do dia. É uma lotaria. É por isso que mais importante do que ser estrela é fazer uma música que ilumine, ao menos a nós ou aos que nos são próximos...
    (isto soou mais profundo que pretendia, deve ser da banda sonora:)

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