21 de abril de 2012

Lembrar...

Hoje, enquanto passeava, o rio devolveu-me isto:


"Não me julgues pelas lágrimas,
São só reflexos,
Memórias que nunca vivi,
Palavras caladas em ondas,

Não me julgues pelas lágrimas,
São de felicidade,
De imagens que nunca vi,
Saudades do fundo do mar,

Não me julgues pelas lágrimas,
São só fraqueza,
Momentos que guardo de ti,
Sonhos por tudo e por nada,

Julga-me antes por mim,
Não pelas lágrimas,
Mas pelos sorrisos que guardo,
Quando me lembro de ti."

Fil 21/04/2012

9 comentários:

  1. Que ninguém te julgue nunca... por cada lágrima ou cada sorriso teu. Isso é o que faz de ti a pessoa fantástica que és!

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  2. Não tu julguem? Isso é que era bom! Ai julgo julgo. Olha-me este todo armado em inimputável!
    Se chorares és maricas! Se rires és palhaço. Escolhe. Vou-te julgar quando eu quiser e como eu quiser.
    Era só o que faltava!!

    Tio Bouça

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  3. Caro Bouça!!! Que saudades dessa subtileza :)

    Olha lá pá, tu casas e não atendes o telefone é? Estavas com medo daquela parte em que o padre pergunta se alguém tem objecções não?

    Epá, parabéns meu amigo, beijinhos para a Cris e Juliana, goza bem a lua de mel ;)

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  4. Não importa quem julgue
    Ou importa? Ou é igual?
    Que juiz na nossa vida
    Terá a palava final?

    Porque há quem chora, quem ri e adora
    Porque há quem sofre, se deleita e ignora
    Que todos somos iguais, ao fim e ao cabo
    E a todos, sem mais, lhes dizemos: Obrigado!

    Abraço
    A

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  5. Soltem, os prisioneiros,
    soltem os prisioneiros,
    por todo o mundo há prisioneiros,
    por todo o mundo.

    É o que este post me faz lembrar. Uma espécie de hino à anarquia mas, reconheço, com menos mau gosto.

    ... e não é uma boa lembrança!

    Olha, Filipe, eu casei, sim senhor. Ou melhor, eu não sei bem. Porque antes eu já vivia com ela mas sem nunca ter havido nenhuma formalização. Era casado, mas se calhar não era. Agora fiz a festa, tive para lá um pastor que a Cris encomendou a falar do Adão, da Eva e tal, mas não fiz cerimónia civil por causa da ausência dos padrinhos que eram peça fundamental na coisa e ficaram retidos em Lisboa por causa da crise. Maneiras que casei mas na verdade continuo sem saber se sou ou não casado porque perante a lei acho que não valeu... Ou se calhar valeu porque agora há aquela coisa da união de facto entre casais que estão juntos há mais de sei lá quanto tempo, não é? Mas se é assim então já era casado antes donde é irrelevante o civil, ou não?
    Enfim... idiossincrassias do matrimónio!

    Para o que realmente importa, registre-se que o Tio Bouça foi este fim de semana para a cama com uma mulher casada, e sabem que mais? É a mesma coisa!

    Tio Bouça

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  6. O meu caro A parece estar a desenvolver aptidões poéticas, o que não me espanta nada, porque me parece algo inato e a explorar.

    Ao caro Bouça, que invocando esse hino à poesia que se deve chamar qualquer coisa como os "os prisioneiros", eu dou o beneficio da dúvida. Pode ser um ligeiro traumatismo ocorrido na emoção do leito nupcial (ouvi dizer que pode acontecer, por vezes), ou então algo que de momento não me ocorre. O que leva uma pessoa a invocar Delfins na ressaca deste post? Precisava de mais dados, confesso...De resto, o matrimónio deverá ser, per si, uma das fontes mais geradoras de idiossincrasias de que há memória na história da humanidade. Já se realizaram casamentos por poder, por interesse, por fortuna, por necessidade, por proteccionismo, e outros porque sim e ainda alguns porque não, mas no fim de contas, parece-me o casamento por amor a melhor das opções. Se é válido por ser celebrado pelos Maoris nas ilhas Marquesas, por um padre numa igreja portuguesa, ou pelos berberes de um deserto africano, já me parece questão de somenos. Se a mulher com quem se dorme depois de tal cerimónia é a mesma parece-me, em última análise, um óptimo começo ;) Felicidades

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  7. Por outro lado, o meu carissimo Bouça ainda agora casou e já pensa em soltura??? Nã, nã seu malandro ;)

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  8. Caríssimos,
    Apenas um leve comentário:
    Quem inicia um coment citando delfins ou, pior ainda, uma letra de delfins, desse meu arqui-inimigo Miguel Angelo, deveria de ser flagelado na praça publica. Em última hipótese, desmembrado por quatro potentes cavalos (desmembrado é opcional, escolham voces, seus imprestáveis).
    Mas, já que se encntra do outro lado do oceano e as minhas relações não estarem tão boas com a Terezinha (faltou pó, sua filha da puta?) proponho um pedido inquestionável de desculpas pelo nosso querido "amigo" Tio Bouça.
    Tendo-o dito, no ano do Nosso Senhor de 2012, subscrevo-me,
    Abraço
    A

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