"O presidente norte-americano advertiu que os Estados Unidos arriscam-se a contrair uma “profunda” crise económica caso o acordo não seja realizado antes de 2 de Agosto..." in Destak 26/07/2011Por acaso estávamos mesmo a precisar disto...caramba, por vezes há alturas em que penso que a ignorância é mesmo uma benção. É que bem vistas as coisas, enquanto o pessoal anda a falar do Luisão e do Falcão ou a ver as novas tendências dos fatos de banho e bikinis na Caparica, sempre anda distraído. Ó Obama, for God sake, dá lá a volta a esses republicanos sons-of-bitches do Congresso pá. Stick a fork on their asses and turn them over, they're done!
Era mas é deixar o noruegues à solta no congresso e prontos... Iam servir de coro à Amy.
ResponderEliminarA
Estás a ver? Já eu acho que vai sendo altura de se pensar em assumir mesmo os custos de muitos anos a pôr o mundo a crescer acima das suas possibilidades. Não digo que isso deva ser feito deixando os EUA implodir, mas de alguma forma terá de ser feito, e não creio que sem custos colossais.
ResponderEliminarHá para mim questões mais estruturais do que saber se se deve aumentar a capacidade legal de endividamento dos EUA. E consequências piores do que os custos de uma crise nos EUA gerada por incumprimento a considerar. Para mim o que está em causa é o entendimento de que se calhar os nossos avós teriam talvez alguma razão quando diziam que "só se gasta o que se tem", e quando se recusavam a pedir dinheiro a quem fosse. Não levo a coisa tão ao extremo e não execro o sistema de crédito ou o juro qual cristão dos primeiros tempos, mas não será tempo de reconhecer que crescer e consumir à custa dos ganhos futuros é coisa que TEM MESMO de ter um limite? Ora e é precisamente o que por lá se discute: O Limite!
Onde está esse limite? Deveremos agora pedir licença para piorar a situação uma vez que já fizemos a merda toda?
Andamos todos à procura de paliativos para os excessos do passado sendo certo que esse paliativo só vem agravar o estado do paciente (o mundo!).
Sim, porque esqueçam a questão das fronteiras. Isto é como a poluição. Cai para todos ninguém se safa. Até porque não há virgens no bordel - todos os países padecem desse mesmo mal, ainda que em extensões distintas.
Na minha pequena visão das coisas antecipo que ou aceitamos viver todos muito abaixo do que vivíamos antes, ou mais cedo ou mais tarde a coisa rebenta. Para já o problema está aí e ninguém parece ter a solução - apenas paliativos que agravam a situação. O bêbado já se viciou e já sofre por isso. E agora para passar melhor só mesmo bebendo mais, o que só piora a enfermidade... ou aguentando uma mega ressaca de muitos anos até se curar do mal. Haverá coragem?
Tio Bouça
Concordo em absoluto com o "só se gasta o que se tem", acrescentando, no limite, taxas de esforço comportáveis (qual o limite pois?). Tenho norteado a minha vida muito assim, tirando uma loucura pontual, adorava fazer e ter milhares de coisas que não fiz nem tenho, só sonho...é a vida, admito aqui que ainda assim, nunca consegui fazer poupanças que se vejam no fim do mês, mas durmo mais ou menos tranquilo. Nunca consegui entender certas pessoas de rendimentos medianos que parecem não se privar de nada do que é bom, não fui educado assim. Depois, de um dia para o outro, basta um pequeno bater de asas da tal borboleta (essa maldita) e ficam falidas, e pior, habituadas a um nivel de vida do qual custa muito abdicar, presos aos hábitos de consumo e ao vicio de tudo querer e ter, no matter what. Quem alimenta estes vicios, isto é, que os financia não é de todo inocente nesta equação, e parece sair impune de tudo isto uma e outra vez. Extrapolando esta situação para as nações do mundo e seus representantes e decisores, temos o que está à vista.
ResponderEliminarEu penso que o desafio maior é mesmo encontrar um sistema (hibrido?) algures entre o capitalismo e o socialismo, entre o liberalismo e a propriedade privada e o proteccionismo e a propriedade colectiva. A crise iniciada nos E.U.A. e que volvidos 4 anos ainda afecta, e de que maneira, os próprios e o mundo talvez seja uma lição e uma oportunidade que não deveria ser desperdiçada. Mas eu sou simplesmente um blogger que vive num ponto pequeno e pouco influente desta aldeia global, tão somente escrevo e opino livremente (e faço umas músicas nos tempos livres), nunca tive ambição politica e sou pouco dado a associativismos comportamentais e lobbies intelectuais ou materiais, que posso saber eu que os grandes intelectuais e politicos poderosos não saibam? resta-me, não obstante, alguma crença no ser humano, acredito, apesar de salvaguardar reservas, em pessoas que querem fazer bem e não sucumbir a interesses meramente materiais, sou um idealista céptico, se tal existe. Talvez o mundo ainda dê a volta para algo melhor, para um sistema melhor...
FIL
Entenderam-se finalmente hoje, well done Barak!!!
ResponderEliminarFIL