27 de junho de 2010

Abram alas prós árbitros...

...Depois do escândalo da França, ei-los que depois de algumas ameaças na fase de grupos, surgem em força no Mundial. Não são os seus erros que me metem impressão, os jogadores também os fazem (os primeiros 2 golos da Argentina contra o México exemplificam as duas situações de forma sublime), é mais a idiotice de ver um assistente inseguro da sua decisão, nitidamente desconfiado e que ao ser questionado pelo árbitro, é impedido de repor a verdade desportiva no jogo, só pelo simples facto de não ter a repetição que eu tive em casa, 5 segundos depois de um lance nitidamente mal ajuizado.

Parabéns Blatter, parabéns Platini, em pleno século XXI, onde pontuam tecnologias fabulosas, qualquer indicio de descredibilização de um desporto maravilhoso, manchar-vos-á infinitamente mais do que aos vossos antecessores.

2 comentários:

  1. Essa é uma questão muito controversa. Compreendo o receio de fragilizar o papel e o estatuto do árbitro face aos jogadores, que já assim os desrespeitam sobejas vezes, mas realmente a coisa pode chegar por vezes ao ridículo, como neste caso. E isso descredibiliza totalmente o jogo.
    Dir-se-à que nos Estados Unidos a coisa funciona bem com os desportos de lá dos gajos, mas confesso que tenho dificuldade em imaginar isso no futebol, ou seja, o Olegário Benquerença a ser obrigado parar o jogo sempre que alguém contesta uma decisão dele ou um cartão mostrado. Por cá por Portugal os jogos ir-se-iam estender por mais de 3 horas, certamente. Além do que se perderia em termos de ritmo de jogo.
    E se mesmo com as imagens a questão permanecesse controversa? Era um berbicacho!
    Enfim... concordo que algo tem de ser feito e que a tecnologia é benvinda ao futebol, mas reconheço que é um desafio introduzi-la sem descaracterizar o jogo em si conforme nós o conhecemos.

    Tio Bouça

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  2. Sim, não é pacifico mas isto não pode acontecer hoje em dia...

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