21 de abril de 2010

Champions

Ao intervalo e antes de perceber que estava sem net, tentei escrever isto no Facebook:

“Inter empatado a uma bola com o Barça ao intervalo. Boa 1.ª parte e começaram a perder no 1.º remate adversário!!! (3 ou 4 chances de golo contra o relógio catalão é muito, não se podem é falhar). De qualquer modo, o Barça parece sempre fazer as coisas com menos esforço, o que vem sendo natural para que acompanha este Golias do futebol moderno. Todo o mérito para o Inter, no entanto.
Nota: Para mim ver Mourinho passar este Barcelona era ver o maior feito da sua carreira, honestamente, tirava-lhe o chapéu!”

No fim do jogo sinto que se confirmou parte da primeira impressão, o feeling estava lá porque algo parecia diferente. O Inter, que confesso nunca me ter empolgado este ano como até então, parecia acreditar que era capaz de vencer o medo crónico (justificado) que se apodera de qualquer equipa perante este Barcelona. Lutou muito, foi solidário, fez pela sorte e contrariou a melhor equipa do Mundo com uma diferença de 2 golos. Incidências do jogo à parte (leia-se esses monstros da melhor escola de gamanço europeu que são “Olarápio e seus cúmplices”), pareceu-me ainda assim justo. Estou longe de pensar que a eliminatória está resolvida mas também não consigo evitar a sensação de que Mourinho e os seus jogadores já ganharam qualquer coisa esta noite: Venceram o que parecia invencível, pelo menos uma vez, e isso é de Champions!

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